Depois da Revolução Industrial e, principalmente nos anos 80, foi desencadeada uma ostentação em busca de visibilidade através de marcas luxuosas, que proporcionavam um status muitas vezes irresponsável.
Roupas, bolsas, carros, estavam no topo da lista.
Não podemos dizer que o consumidor atual está totalmente ileso a isso, mas está quase. A “nova era”, abundante em tecnologia, correria e imediatismo, é de um consumidor que procura por experiências e não apenas produtos (e status) . Lidando constantemente com mudanças em parâmetros culturais, ambientais e comerciais, ele procura por momentos que amenizem essas mudanças, e passa a se preocupar mais com sua saúde e seu corpo.
Com isso, surgem novas formas de negócios, que se preocupam com o consumidor além de seu “dinheiro”, digamos assim. As marcas que querem conquistá-lo precisam ser transparentes e transmitir confiança, proporcionando, assim, experiências autênticas. Além disso, aproveitar o imediatismo da vida atual e ser relevante ao público.
Hoje, o consumo que “traz felicidade”, boas experiências, não são apenas produtos luxuosos. Podemos deixar isso mais claro com um conceito chamado “Pocket Experience”.
Na correria do cotidiano urbano, o indivíduo busca vivências compactas e acessíveis para serviços e produtos, os Pocket Experience.
Faça isso com seu produto e serviço, mais que isso, com sua marca! Por exemplo, se você tem uma cafeteria, proporcione experiências sensoriais ao seu cliente. Um simples café, que custa em média 3 reais, pode se tornar uma experiência fantástica. Pense num indivíduo que trabalha e se estressa o dia todo, e no final do dia, passa em sua cafeteria, com música ambiente tranquila e gostosa de ouvir, com aquele cheiro inconfundível do café, em um ambiente aconchegante e com diversos efeitos visuais, cadeiras confortáveis… enfim, 3 reais podem trazer uma experiência de conforto para este indivíduo naquele exato momento, quando mais precisava.
Pense neste pequeno exemplo e multiplique estas sensações, aproxime sua marca de seu público.
Texto baseado na palestra de Sabina Deweik no Brasil Design Week.

